Pop

Michael Jackson pode ter novo álbum póstumo de inéditas

Grandes artistas morrem e algum tempo depois surge a possibilidade de uma álbum póstumo de canções inéditas. Se o material até então não utilizado tem mérito artístico ou não é uma discussão interminável, mas e os fãs? Ah, os fãs adoram. E esta eterna novela ganha mais uma página. Tito Jackson, irmão de Michael Jackson (1958 – 2009), afirmou que a família do cantor tem planos para lançar um novo álbum de estúdio com músicas inéditas do Rei do Pop. “Há mais música para lançar. Ele tem muitas músicas”, declarou Tito em entrevista ao jornal britânico The Sun.
“Seria tão agradável trabalhar em um álbum com Michael mais uma vez!”, continua o empresário, que estava se apresentando com os Jacksons no Happy Days Festival, em Surrey, na Inglaterra.

Tito afirma que há muito material inédito de Michael Jackson para ser lançado - Foto: Reprodução
Tito afirma que há muito material inédito de Michael Jackson para ser lançado – Foto: Reprodução

O irmão do cantor diz que a família Jackson ainda tem planos para gravar um novo álbum de estúdio, o primeiro desde 1989. “Está além do nosso controle, mas eles sempre tentam obter nossa participação e estamos sempre felizes em oferecer”, comenta Tito.

A fala de Tito, especula o The Sun, pode ser uma referência à Sony que em 2016 pagou US$ 750 milhões, cerca de R$ 3,8 bilhões, pela participação dos Jackson no catálogo das publicações de música Sony/ATV. Desde a morte de Michael Jackson, dois álbuns póstumos – “Michael” (2010) e “Xscape” (2014) – e uma compilação – “Scream” (2017) –  foram lançados até agora.

Em abril deste ano, o coreografo Wade Robson teve seu processo contra Michael Jackson arquivado por um juiz em Los Angeles. Robson acusa o artista de abuso sexual, e tentava responsabilizar as empresas MJJ Productions e MJJ Ventures de facilitarem os crimes. O dançarino havia processado o espólio de Michael Jackson em 2013, alegando que o cantor abusou sexualmente dele por quase 10 anos. O espólio do cantor, responsável pelos empreendimentos, contesta  as acusações e a última resposta a seu favor veio da justiça californiana.

“Não há nenhuma evidência que apoie a alegação de que os réus exerceram controle sobre Jackson. A evidência demonstra ainda que os réus não tinham capacidade legal para controlar Jackson, porque ele tinha propriedade total e completa dos réus corporativos. Sem controle, não há relação ou dever especial entre os réus e o requerente. Além disso, não há evidência de abuso por parte do réu”, concluiu o juiz Mark A. Young, em seu despacho. O processo de Robson já havia sido rejeitado em 2017 e reaberto no início de 2020 graças a brechas processuais da justiça local.

Deixando as polêmicas judiciais em torno de Michael de lado, vamos ficar com aqui com o link de seu último trabalho lançado em vida, “Invicible” (2001):

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