Crônica

Carlos do Carmo (1939 – 2021) – Sou do fado, sou fadista

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Carlos do Carmo

Por Carlos Monteiro   Neste domingo (3), assim como na véspera, o Rio amanheceu melancólico. A chuva traz essa sensação ao carioca. Habituado a rir de janeiro a janeiro, nestes dias, costumam ficar mais silenciosos. Até os pássaros cantam menos. Amanheceu com densas nuvens no horizonte, triste, “cabisbaixo”, macambúzio talvez. Essa melancolia se dá pela falta […]